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No domingo, dia 02 de maio de 2010, o nosso majestoso Rio Longá, será o grande homenageado. É neste dia que comemoramos sua existência.
Após uma expedição feita pelo grupo Bio Sementes, formado inicialmente por dez biólogos e um geógrafo recém formados, no dia 02 de maio de 2002 à nascente do Rio na cidade de Alto Longá, que o grupo começou a trabalhar para que este dia tornasse um marco especial para todos os amantes da natureza e daqueles que têm o desejo de preservar o meio ambiente. Foi somente com a lei Municipal de Número 101/03 de 30 de Abril de 2003, através de um projeto de lei do ex-vereador João José de Araújo, conhecido como João Sabino, que atendeu um pedido dos biólogos que faziam parte do Grupo, atualmente formalizada pela Associação Ecológica Bio Sementes do Brasil, no mandato do prefeito José Ivaldo que veio a tornar-se realidade este sonho, dedicar um dia inteirinho para a reflexão sobre a necessidade de preservação do nosso Rio Longá e mantê-lo, para as gerações atuais e futuras desta fonte de vida, como forma de garantia a melhoria e bem-estar de toda a população e também permitir o privilégio de apreciar a natureza sem transformá-la ou destruí-la.
O Rio Longá nasce na lagoa do Mato ou do Longá, no município de Alto Longá, á uma altitude de 150m, duas léguas distante da cidade. O nome provém dos índios (longás), que habitavam suas margens. Chamou-se, inicialmente, Maratoã. O mesmo percorre 315km, com declividade média de 0,4m/km. Com aproximadamente 3km de extensão de perímetro urbano, o rio Longá separa Esperantina pela margem esquerda e o Município de Batalha pela margem direita. Nessa delimitação do rio faz-se maior referência aos aspectos ambientais devido ser esta a única cidade banhada por esse rio e também por se tratar de um dos trechos mais críticos de todo o seu percurso. Em toda a zona urbana a medida que se aproxima do rio diminui a altitude, isto mostra que a menor declividade do terreno está voltada para as margens do rio, fazendo com que todo o esgoto doméstico, industrial, hospitalar e dos postos de lavagens de veículos são carreados naturalmente para dentro do rio. Outros problemas que afligem toda a extensão do rio, deste sua nascente até desaguá no Parnaíba, são as queimadas e os desmatamento para as roças e criação de animais, que formam as bacias de areia no meio do rio devido a erosão e assoreamento. A fauna fluvial é bastante atingida pela poluição e pesca predatória em períodos proibidos.
Após uma expedição feita pelo grupo Bio Sementes, formado inicialmente por dez biólogos e um geógrafo recém formados, no dia 02 de maio de 2002 à nascente do Rio na cidade de Alto Longá, que o grupo começou a trabalhar para que este dia tornasse um marco especial para todos os amantes da natureza e daqueles que têm o desejo de preservar o meio ambiente. Foi somente com a lei Municipal de Número 101/03 de 30 de Abril de 2003, através de um projeto de lei do ex-vereador João José de Araújo, conhecido como João Sabino, que atendeu um pedido dos biólogos que faziam parte do Grupo, atualmente formalizada pela Associação Ecológica Bio Sementes do Brasil, no mandato do prefeito José Ivaldo que veio a tornar-se realidade este sonho, dedicar um dia inteirinho para a reflexão sobre a necessidade de preservação do nosso Rio Longá e mantê-lo, para as gerações atuais e futuras desta fonte de vida, como forma de garantia a melhoria e bem-estar de toda a população e também permitir o privilégio de apreciar a natureza sem transformá-la ou destruí-la.
O Rio Longá nasce na lagoa do Mato ou do Longá, no município de Alto Longá, á uma altitude de 150m, duas léguas distante da cidade. O nome provém dos índios (longás), que habitavam suas margens. Chamou-se, inicialmente, Maratoã. O mesmo percorre 315km, com declividade média de 0,4m/km. Com aproximadamente 3km de extensão de perímetro urbano, o rio Longá separa Esperantina pela margem esquerda e o Município de Batalha pela margem direita. Nessa delimitação do rio faz-se maior referência aos aspectos ambientais devido ser esta a única cidade banhada por esse rio e também por se tratar de um dos trechos mais críticos de todo o seu percurso. Em toda a zona urbana a medida que se aproxima do rio diminui a altitude, isto mostra que a menor declividade do terreno está voltada para as margens do rio, fazendo com que todo o esgoto doméstico, industrial, hospitalar e dos postos de lavagens de veículos são carreados naturalmente para dentro do rio. Outros problemas que afligem toda a extensão do rio, deste sua nascente até desaguá no Parnaíba, são as queimadas e os desmatamento para as roças e criação de animais, que formam as bacias de areia no meio do rio devido a erosão e assoreamento. A fauna fluvial é bastante atingida pela poluição e pesca predatória em períodos proibidos.
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No dia 20 de abril foi realizado o leilão para a concessão do aproveitamento hidrelétrico de Belo Monte, que o Governo Federal pretende instalar no rio Xingu, no Estado do Pará. Sob um forte aparato policial, os investidores tiveram de entrar por uma porta lateral da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, com medo dos manifestantes que estavam do lado de fora. Só que estes estavam proibidos pela Justiça de se manifestar: um interdito proibitório interposto pela ANEEL, e acatado pela Justiça (!), proibia qualquer manifestante de se aproximar a menos de 1 quilômetro do local do leilão!
A polêmica em torno da construção da usina de Belo Monte na Bacia do Rio Xingu, em sua parte paraense, já dura mais de 20 anos. Entre muitas idas e vindas, a hidrelétrica de Belo Monte, hoje considerada a maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, vem sendo alvo de intensos debates na região, desde 2009, quando foi apresentado o novo Estudo de Impacto Ambiental (EIA) intensificando-se a partir de fevereiro de 2010, quando o MMA concedeu a licença ambiental prévia para sua construção
O s movimentos sociais e as lideranças indígenas da região são contrários à obra porque consideram que os impactos socioambientais não estão suficientemente dimensionados. Em outubro de 2009, por exemplo, um painel de especialistas debruçou-se sobre o EIA e questionou os estudos e a viabilidade do empreendimento. Um mês antes, em setembro, diversas audiências públicas haviam sido realizadas sob uma saraivada de críticas, especialmente do Ministério Público Estadual, seguido pelos movimentos sociais, que apontava problemas em sua forma de realização.
A inda em outubro, a Funai liberou a obra sem saber exatamente que impactos causaria sobre os índios e lideranças indígenas kayapó enviaram carta ao Presidente Lula na qual diziam que caso a obra fosse iniciada haveria guerra. Para culminar, em fevereiro de 2010, o Ministério do Meio Ambiente concedeu a licença ambiental, também sem esclarecer questões centrais em relação aos impactos socioambientais.
O governo federal leiloou agora em abril as obras da construção da usina.
Veja abaixo um resumo dessa história que teve início em fevereiro de 1989, em Altamira, no Pará, com a realização do I Encontro dos Povos Indígenas no Xingu.
Realizado entre 20 e 25 de fevereiro de 1989, em Altamira (PA), o I Encontro dos Povos Indígenas do Xingu, reuniu três mil pessoas - 650 eram índios - que bradaram ao Brasil e ao mundo seu descontentamento com a política de construção de barragens no Rio Xingu. A primeira, de um complexo de cinco hidrelétricas planejadas pela Eletronorte, seria Kararaô, mais tarde rebatizada Belo Monte. De acordo com o cacique Paulinho Paiakan, líder kaiapó e organizador do evento ao lado de outras lideranças como Raoni, Ailton Krenak e Marcos Terena, a manifestação pretendia colocar um ponto final às decisões tomadas na Amazônia sem a participação dos índios. Tratava-se de um protesto claro contra a construção de hidrelétricas na região.
O s movimentos sociais e as lideranças indígenas da região são contrários à obra porque consideram que os impactos socioambientais não estão suficientemente dimensionados. Em outubro de 2009, por exemplo, um painel de especialistas debruçou-se sobre o EIA e questionou os estudos e a viabilidade do empreendimento. Um mês antes, em setembro, diversas audiências públicas haviam sido realizadas sob uma saraivada de críticas, especialmente do Ministério Público Estadual, seguido pelos movimentos sociais, que apontava problemas em sua forma de realização.
A inda em outubro, a Funai liberou a obra sem saber exatamente que impactos causaria sobre os índios e lideranças indígenas kayapó enviaram carta ao Presidente Lula na qual diziam que caso a obra fosse iniciada haveria guerra. Para culminar, em fevereiro de 2010, o Ministério do Meio Ambiente concedeu a licença ambiental, também sem esclarecer questões centrais em relação aos impactos socioambientais.
O governo federal leiloou agora em abril as obras da construção da usina.
Veja abaixo um resumo dessa história que teve início em fevereiro de 1989, em Altamira, no Pará, com a realização do I Encontro dos Povos Indígenas no Xingu.
Realizado entre 20 e 25 de fevereiro de 1989, em Altamira (PA), o I Encontro dos Povos Indígenas do Xingu, reuniu três mil pessoas - 650 eram índios - que bradaram ao Brasil e ao mundo seu descontentamento com a política de construção de barragens no Rio Xingu. A primeira, de um complexo de cinco hidrelétricas planejadas pela Eletronorte, seria Kararaô, mais tarde rebatizada Belo Monte. De acordo com o cacique Paulinho Paiakan, líder kaiapó e organizador do evento ao lado de outras lideranças como Raoni, Ailton Krenak e Marcos Terena, a manifestação pretendia colocar um ponto final às decisões tomadas na Amazônia sem a participação dos índios. Tratava-se de um protesto claro contra a construção de hidrelétricas na região.
Encontro de Altamira reuniu 3 mil pessoas, 650 índios, entre elas, e foi considerado um marco do socioambientalismo no Brasil.
Em 2008, 19 anos depois, realizou-se em Altamira o II Encontro dos Povos Indígenas do Xingu e daí nasceu o Movimento Xingu Vivo para Sempre. Para avançar na discussão sobre a construção de hidrelétricas, lideranças kaiapó reuniram-se na aldeia Gorotire em meados de 1988 e decidiram pedir explicações oficiais sobre o projeto hidrelétrico no Xingu, formulando um convite às autoridades brasileiras para participar de um encontro a ser realizado em Altamira (PA). A pedido de Paiakan, o antropólogo Beto Ricardo e o cinegrafista Murilo Santos, do Cedi, participaram da reunião, assessorando os kaiapó na formalização, documentação e encaminhamento do convite às autoridades. Na seqüência, uniram-se aos kaiapó na preparação do evento. O encontro finalmente aconteceu e o Cedi, com uma equipe de 20 integrantes, reforçou sua participação naquele que seria, mais tarde, considerado um marco do socioambientalismo no Brasil. Ao longo desses anos, o Cedi, e depois o ISA, acompanharam os passos do governo e da Eletronorte na questão de Belo Monte, alertas para os impactos que provocaria sobre as populações indígenas, ribeirinhas e todo o ecossistema da região. Listada no governo FHC como uma das muitas obras estratégicas do programa Avança Brasil, a construção do complexo de hidrelétricas no Rio Xingu faz parte da herança legada ao governo Lula, eleito em novembro de 2002. Herança que era bem conhecida. Tanto assim, que o caderno temático O Lugar da Amazônia no Desenvolvimento do Brasil, parte do Programa do Governo do presidente eleito, alertava: “Dois projetos vêm sendo objeto de intensos debates: a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e o de Gás de Urucu, no Amazonas. Além desses também preocupam as 18 barragens propostas na Bacia do Rio Araguaia e Tocantins. A matriz energética brasileira, que se apóia basicamente na hidroeletricidade, com megaobras de represamento de rios, tem afetado a Bacia Amazônica. Considerando as especificidades da Amazônia, o conhecimento fragmentado e insuficiente que se acumulou sobre as diversas formas de reação da natureza em relação ao represamento em suas bacias, não é recomendável a reprodução cega da receita de barragens que vem sendo colocada em prática pela Eletronorte”.
Decisão ficou para o governo Lula
Exemplos infelizes como a construção das usinas hidrelétricas de Tucuruí (PA) e Balbina (AM), as últimas construídas na Amazônia, nas décadas de 1970 e 1980, estão aí de prova. Desalojaram comunidades, inundaram enormes extensões de terra e destruíram a fauna e flora daquelas regiões. Balbina, a 146 quilômetros de Manaus, significou a inundação da reserva indígena Waimiri-Atroari, mortandade de peixes, escassez de alimentos e fome para as populações locais. A contrapartida, que era o abastecimento de energia elétrica da população local, não foi cumprida. O desastre foi tal que, em 1989, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), depois de analisar a situação do Rio Uatumã, onde a hidrelétrica fora construída, concluiu por sua morte biológica. Em Tucuruí não foi muito diferente. Quase dez mil famílias ficaram sem suas terras, entre indígenas e ribeirinhos. Diante desse quadro, em relação à Belo Monte, é preciso questionar a forma anti-democrática como o projeto vinha sendo conduzido, a relação custo-benefício da obra, o destino da energia a ser produzida e a inexistência de uma política energética para o país que privilegie energias alternativas.
Essas questões continuam a ser repisadas pelos movimentos sociais que atuam na região, como por exemplo, o Movimento Xingu Vivo para Sempre, criado recentemente, e que reúne os que levam adiante a batalha contra a construção de Belo Monte e de outras hidrelétricas no Rio Xingu.
Empossado na presidência da Eletrobrás, em janeiro de 2003, o físico Luiz Pinguelli Rosa, declarou à imprensa que o projeto de construção de Belo Monte seria discutido e opções de desenvolvimento econômico e social para o entorno da barragem estariam na pauta, assim como a possibilidade de reduzir a potência instalada, prevista em 11 mil megawatts (MW) no projeto original.
A persistência governamental em construir Belo Monte está baseada numa sólida estratégia de argumentos dentro da lógica e vantagens comparativas da matriz energética brasileira. Os rios da margem direita do Amazonas têm declividades propícias à geração de energia, e o Xingu se destaca, também pela sua posição em relação às frentes de expansão econômica (predatória) da região central do país. O desenho de Belo Monte foi revisto e os impactos reduzidos em relação à proposta da década de 80. O lago, por exemplo, inicialmente previsto para ter 1.200 km2, foi reduzido, depois do encontro, para 400 km2.
Decisão ficou para o governo Lula
Exemplos infelizes como a construção das usinas hidrelétricas de Tucuruí (PA) e Balbina (AM), as últimas construídas na Amazônia, nas décadas de 1970 e 1980, estão aí de prova. Desalojaram comunidades, inundaram enormes extensões de terra e destruíram a fauna e flora daquelas regiões. Balbina, a 146 quilômetros de Manaus, significou a inundação da reserva indígena Waimiri-Atroari, mortandade de peixes, escassez de alimentos e fome para as populações locais. A contrapartida, que era o abastecimento de energia elétrica da população local, não foi cumprida. O desastre foi tal que, em 1989, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), depois de analisar a situação do Rio Uatumã, onde a hidrelétrica fora construída, concluiu por sua morte biológica. Em Tucuruí não foi muito diferente. Quase dez mil famílias ficaram sem suas terras, entre indígenas e ribeirinhos. Diante desse quadro, em relação à Belo Monte, é preciso questionar a forma anti-democrática como o projeto vinha sendo conduzido, a relação custo-benefício da obra, o destino da energia a ser produzida e a inexistência de uma política energética para o país que privilegie energias alternativas.
Essas questões continuam a ser repisadas pelos movimentos sociais que atuam na região, como por exemplo, o Movimento Xingu Vivo para Sempre, criado recentemente, e que reúne os que levam adiante a batalha contra a construção de Belo Monte e de outras hidrelétricas no Rio Xingu.
Empossado na presidência da Eletrobrás, em janeiro de 2003, o físico Luiz Pinguelli Rosa, declarou à imprensa que o projeto de construção de Belo Monte seria discutido e opções de desenvolvimento econômico e social para o entorno da barragem estariam na pauta, assim como a possibilidade de reduzir a potência instalada, prevista em 11 mil megawatts (MW) no projeto original.
A persistência governamental em construir Belo Monte está baseada numa sólida estratégia de argumentos dentro da lógica e vantagens comparativas da matriz energética brasileira. Os rios da margem direita do Amazonas têm declividades propícias à geração de energia, e o Xingu se destaca, também pela sua posição em relação às frentes de expansão econômica (predatória) da região central do país. O desenho de Belo Monte foi revisto e os impactos reduzidos em relação à proposta da década de 80. O lago, por exemplo, inicialmente previsto para ter 1.200 km2, foi reduzido, depois do encontro, para 400 km2.
Os socioambientalistas, entretanto, estão convencidos de que além dos impactos diretos e indiretos, Belo Monte é um cavalo de tróia, porque outras barragens virão depois, modificando totalmente e para pior a vida na região.
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A Educação Ambiental é um processo participativo, onde o educando assume o papel de elemento central do processo de ensino/aprendizagem pretendido, participando ativamente no diagnóstico dos problemas ambientais e busca de soluções, sendo preparado como agente transformador, através do desenvolvimento de habilidades e formação de atitudes, através de uma conduta ética, condizentes ao exercício da cidadania.

A Educação Ambiental deve buscar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o planeta, auxiliando o aluno a analisar criticamente o princípio antropocêntrico, que tem levado à destruição inconseqüente dos recursos naturais e de várias espécies. É preciso considerar que:
A natureza não é fonte inesgotável de recursos, suas reservas são finitas e devem ser utilizadas de maneira racional, evitando o desperdício e considerando a reciclagem como processo vital;
As demais espécies que existem no planeta merecem nosso respeito. Além disso, a manutenção da biodiversidade é fundamental para a nossa sobrevivência;
É necessário planejar o uso e ocupação do solo nas áreas urbanas e rurais, considerando que é necessário ter condições dignas de moradia, trabalho, transporte e lazer, áreas destinadas à produção de alimentos e proteção dos recursos naturais.
A escola é o espaço social e o local onde o aluno dará seqüência ao seu processo de socialização. O que nela se faz se diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.
Considerando a importância da temática ambiental e a visão integrada do mundo, no tempo e no espaço, a escola deverá oferecer meios efetivos para que cada aluno compreenda os fenômenos naturais, as ações humanas e sua conseqüência para consigo, para sua própria espécie, para os outros seres vivos e o ambiente. É fundamental que cada aluno desenvolva as suas potencialidades e adote posturas pessoais e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a construção de uma sociedade socialmente justa, em um ambiente saudável.
Com os conteúdos ambientais permeando todas as disciplinas do currículo e contextualizados com a realidade da comunidade, a escola ajudará o aluno a perceber a correlação dos fatos e a ter uma visão holística, ou seja, integral do mundo em que vive. Para isso a Educação Ambiental deve ser abordada de forma sistemática e transversal, em todos os níveis de ensino, assegurando a presença da dimensão ambiental de forma interdisciplinar nos currículos das diversas disciplinas e das atividades escolares.
No sentido de uma Educação Ambiental, a Professora e Presidente da Associação Ecológica Bio Sementes do Brasil Francisca Maria Marques juntamente com o Departamento de Meio Ambiente e Secretária Municipal de Educação de Esperantina insere nas escolas municipais deste município esta prática continuada de educação.
A princípio a proposta de trabalho se dar pela sensibilização do projeto nas escolas da área urbana do município, com palestras sobre conceitos básicos de lixo, coleta seletiva com direcionamento a reciclagem, preservação do rio Longá, degradação ambiental, amostra de objetos reciclados, cartazes, e discussão de demais temas atuais. Posteriormente iniciam-se oficinas temáticas para os alunos, professores e escolas interessados.

Deve lembrar que o município já conta o projeto Educando com a Horta Escolar, que conta com o apoio não só da Professora Francisca Maria como também dos professores João Batista e Ivana Magalhães e da secretária de Educação Vilma Amorim. Este projeto fomenta a idéia de Educação continuada e da sustentabilidade ambiental entre escola e
comunidade.
Apesar da pouca divulgação, nosso município conta hoje com ações direcionadas a preservação sustentável do meio ambiente, mais ainda é frágil, pois necessita que você abrace a idéia e contribua de alguma forma com a preservação de nosso planeta.
Apromac e Bio Sementes

A Educação Ambiental deve buscar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o planeta, auxiliando o aluno a analisar criticamente o princípio antropocêntrico, que tem levado à destruição inconseqüente dos recursos naturais e de várias espécies. É preciso considerar que:
A natureza não é fonte inesgotável de recursos, suas reservas são finitas e devem ser utilizadas de maneira racional, evitando o desperdício e considerando a reciclagem como processo vital;
As demais espécies que existem no planeta merecem nosso respeito. Além disso, a manutenção da biodiversidade é fundamental para a nossa sobrevivência;
É necessário planejar o uso e ocupação do solo nas áreas urbanas e rurais, considerando que é necessário ter condições dignas de moradia, trabalho, transporte e lazer, áreas destinadas à produção de alimentos e proteção dos recursos naturais.
A escola é o espaço social e o local onde o aluno dará seqüência ao seu processo de socialização. O que nela se faz se diz e se valoriza representa um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano da vida escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis.
Considerando a importância da temática ambiental e a visão integrada do mundo, no tempo e no espaço, a escola deverá oferecer meios efetivos para que cada aluno compreenda os fenômenos naturais, as ações humanas e sua conseqüência para consigo, para sua própria espécie, para os outros seres vivos e o ambiente. É fundamental que cada aluno desenvolva as suas potencialidades e adote posturas pessoais e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a construção de uma sociedade socialmente justa, em um ambiente saudável.
Com os conteúdos ambientais permeando todas as disciplinas do currículo e contextualizados com a realidade da comunidade, a escola ajudará o aluno a perceber a correlação dos fatos e a ter uma visão holística, ou seja, integral do mundo em que vive. Para isso a Educação Ambiental deve ser abordada de forma sistemática e transversal, em todos os níveis de ensino, assegurando a presença da dimensão ambiental de forma interdisciplinar nos currículos das diversas disciplinas e das atividades escolares.
No sentido de uma Educação Ambiental, a Professora e Presidente da Associação Ecológica Bio Sementes do Brasil Francisca Maria Marques juntamente com o Departamento de Meio Ambiente e Secretária Municipal de Educação de Esperantina insere nas escolas municipais deste município esta prática continuada de educação.
A princípio a proposta de trabalho se dar pela sensibilização do projeto nas escolas da área urbana do município, com palestras sobre conceitos básicos de lixo, coleta seletiva com direcionamento a reciclagem, preservação do rio Longá, degradação ambiental, amostra de objetos reciclados, cartazes, e discussão de demais temas atuais. Posteriormente iniciam-se oficinas temáticas para os alunos, professores e escolas interessados.

Deve lembrar que o município já conta o projeto Educando com a Horta Escolar, que conta com o apoio não só da Professora Francisca Maria como também dos professores João Batista e Ivana Magalhães e da secretária de Educação Vilma Amorim. Este projeto fomenta a idéia de Educação continuada e da sustentabilidade ambiental entre escola e
comunidade.Apesar da pouca divulgação, nosso município conta hoje com ações direcionadas a preservação sustentável do meio ambiente, mais ainda é frágil, pois necessita que você abrace a idéia e contribua de alguma forma com a preservação de nosso planeta.
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O rio Parnaíba é o mais importante do meio norte do Brasil. É o marco delimitatório entre os estados do Piauí e Maranhão em quase toda sua extensão e tem 200 afluentes aproximadamente pelas duas margens. Sofre com ação humana de modo covarde. O maior problema para o rio nas nascentes é o avanço desordenado da monocultura da soja nos estados do Piauí, Maranhão, Tocantins e Bahia. As queimadas é um outro problema ambiental nas nascentes.A partir do momento que o homem começa a ser encontrado na região ribeirinha o problema do desmatamento das matas ciliares se torna constante. O processo do assoreamento da bacia decorre em função da devastação dos cerrados e do desmatamento das mata ciliares.
Nas cidades, principalmente em Teresina, os esgotos, de todos os tipos (hospitalares, industriais e domésticos) são jogados sem nenhum tratamento no rio. Este fato contribui decisivamente para a diminuição das populações de peixes acometendo a própria vida do rio. Hoje é quase impossível se pescar no rio Parnaíba, principalmente no trecho que vai logo abaixo da barragem de Boa Esperança até o Oceano Atlântico.
Em torno de 2 milhões de pessoas vivem diretamente ligada ao rio Parnaíba. Em Teresina quase a totalidade da água consumida é do rio Parnaíba. O Estado do Piauí tem sua área territorial quase total na influencia da bacia do rio Parnaíba.
O rio mesmo na beira da morte ainda é motivo de discussão para a possibilidade de construção de pelos menos 5 hidroelétricas. O Governo do Piauí e Federal, através da CHESF coordenam um trabalho de viabilidade para a construção destas novas hidroelétricas, que serão financiadas pelo Banco Mundial. Do jeito que vai não vai ter água para mover as turbinas e produzir energia. Salvar o rio é mais importante.

Salvar o rio Parnaíba de um colapso iminente é uma responsabilidade de todos.
O RIO PARNAIBA É UM DOS GRANDES PATRIMONIOS DA HUMANIDADE.
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A forma do mundo seria outra sem você. Teria mais depressões, mais falhas rochosas, seria mais quente ou mais frio, seria menos florido e com menos animais raros. A geografia realmente não seria a mesma. Verdade seja dita, a diferença poderia não ser a pior, mas seria talvez menos alegre, e com menos seriedade.
“E Há tempos, nem os santos tem ao certo a medida da maldade”, mas há tempos tenho a certeza de ter um ótimo irmão, professor, amigo e complicado ser humano. Fazer o quê, ninguém é perfeito. O certo é que hoje o Professor de Geografia, Macelino Keliton, aniversaria, e o mundo continua a ganhar com esta pessoa que têm ideais e filosofia de vida ligada à seriedade, competência, criatividade, construção de um mundo melhor, ensinar, ajudar, aprender, repassar, preservar e amar muito o próximo. Não poderia deixar dizer que é muito bom ser seu irmão e poder dizer que apesar de sua cara seria e aborrecida quase todo o tempo, o tempo foi generoso contigo, lhe deu a sabedoria de ser um grande homem e de ser um grande irmão.
Continue contribuindo com o que há de melhor em nosso planeta, e tente ser um pouco melhor com quem tanta te ama. Sua família, namorada, amigos, alunos, parceiros e colegas de trabalho e contigo próprio. Felicidades neste dia tão especial para o mundo.
“E Há tempos, nem os santos tem ao certo a medida da maldade”, mas há tempos tenho a certeza de ter um ótimo irmão, professor, amigo e complicado ser humano. Fazer o quê, ninguém é perfeito. O certo é que hoje o Professor de Geografia, Macelino Keliton, aniversaria, e o mundo continua a ganhar com esta pessoa que têm ideais e filosofia de vida ligada à seriedade, competência, criatividade, construção de um mundo melhor, ensinar, ajudar, aprender, repassar, preservar e amar muito o próximo. Não poderia deixar dizer que é muito bom ser seu irmão e poder dizer que apesar de sua cara seria e aborrecida quase todo o tempo, o tempo foi generoso contigo, lhe deu a sabedoria de ser um grande homem e de ser um grande irmão.
Continue contribuindo com o que há de melhor em nosso planeta, e tente ser um pouco melhor com quem tanta te ama. Sua família, namorada, amigos, alunos, parceiros e colegas de trabalho e contigo próprio. Felicidades neste dia tão especial para o mundo.
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Porque está numa zona de transição entre os ecossistemas da Floresta Amazônica e da caatinga. É classificada como uma formação florestal, mas, na realidade, constitui uma formação vegetal secundária, por seu acentuado desmatamento. Nesse ecossistema predominam dois tipos de palmeira muito importantes para a economia local: Babaçu, de cuja amêndoa se extrai o óleo; a farinha do mesocarpo; as folhas são usadas para a cobertura de casas e o palmito como alimento para o gado. Um rico artesanato emprega suas fibras para confeccionar esteiras, cestos e bolsas. Da casca do coco, podem ser retirados o alcatrão e o acetato, além de poder fazer o carvão vegetal.Carnaúba, cujo produto mais conhecido é a cera. Como tudo dessa palmeira pode ser aproveitado (folhas, caule, fibras), o nordestino denominou-a "árvore da providência".
Bio Sementes do Brasil.
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Diferentemente dos animais, as plantas são limitadas em sua habilidade de procurar condições favoráveis para sua vida e crescimento. Como consequência, elas desenvolveram muitas maneiras de dispersão e distribuição da sua população através das sementes.
Uma semente precisa chegar de alguma maneira a um local e precisa estar lá enquanto houver condições favoráveis à germinação e crescimento. Em alguns casos, as propriedades que contribuem com este movimento das próximas gerações para longe da planta mãe estão mais ligadas a propriedades do fruto do que da semente e, em alguns casos, a uma mistura dos dois.
As sementes também possuem um mecanismo de proteção da próxima geração, evitando que a planta germine em condições desfavoráveis ao crescimento. Em áreas de invernos rigorosos, as sementes podem passar o inverno todo debaixo da neve, dormentes, só germinando na primavera. Esta mesma propriedade forma o banco de sementes em algumas florestas: as sementes ficam no solo até que alguma árvore mais velha caia e abra uma clareira, permitindo que a luz entre e que novas sementes germinem. Em muitas espécies, a estratégia é a mais simples: produzir o maior número de sementes. Esta estratégia funciona, mas exige o investimento de uma grande quantidade de energia por parte da planta, de forma que a relação custo-benefício pode ficar próxima da produção de poucas sementes altamente especializadas. As sementes são órgãos reprodutores, como a flor e o fruto.
Uma semente precisa chegar de alguma maneira a um local e precisa estar lá enquanto houver condições favoráveis à germinação e crescimento. Em alguns casos, as propriedades que contribuem com este movimento das próximas gerações para longe da planta mãe estão mais ligadas a propriedades do fruto do que da semente e, em alguns casos, a uma mistura dos dois.
As sementes também possuem um mecanismo de proteção da próxima geração, evitando que a planta germine em condições desfavoráveis ao crescimento. Em áreas de invernos rigorosos, as sementes podem passar o inverno todo debaixo da neve, dormentes, só germinando na primavera. Esta mesma propriedade forma o banco de sementes em algumas florestas: as sementes ficam no solo até que alguma árvore mais velha caia e abra uma clareira, permitindo que a luz entre e que novas sementes germinem. Em muitas espécies, a estratégia é a mais simples: produzir o maior número de sementes. Esta estratégia funciona, mas exige o investimento de uma grande quantidade de energia por parte da planta, de forma que a relação custo-benefício pode ficar próxima da produção de poucas sementes altamente especializadas. As sementes são órgãos reprodutores, como a flor e o fruto.
Fonte:Wikipédia